Compartilhar

Especialista aponta as 5 principais tendências em tecnologia para marketing para 2026

Especialista aponta as 5 principais tendências em tecnologia para marketing para 2026

O ano de 2025 trouxe uma grande transformação para quem trabalha com marketing. O fortalecimento da Inteligência Artificial Generativa moldou o mercado fazendo com que profissionais da área se atualizassem e buscassem novos conhecimentos.

Para 2026, a tendência é que quem trabalha com MarTech- tecnologia para marketing ganhe ainda mais relevância. “Analisando as tendências de mercado para 2026, observamos uma forte convergência entre eficiência de custos, foco na experiência do cliente e a adoção massiva de Inteligência Artificial”, analisa Ricardo Junior, CIO e CRO da consultoria de Data Intelligence Aunica.

Para Ricardo, a ascensão da IA generativa seguirá como um diferencial competitivo, mas o foco no cliente é o que mais vai contribuir para o crescimento das empresas no ano que vem. O executivo de marketing listou as principais tendências que devem dominar o mercado em 2026.

1- Redução de custos com MarTech: a principal tendência é a busca por eficiência e redução de custos com MarTech. Muitas empresas estão trabalhando estrategicamente para reduzir os altos custos com a substituição soluções tradicionais de alto custo por alternativas mais modernas e com investimento reduzido, como as CEPs (Plataformas de experiência do cliente). Essas alternativas modernas e com investimento reduzido oferecem funcionalidades comparáveis ou superiores, permitindo que as empresas realoquem orçamentos para inovação e desenvolvimento de produto.

2- Foco na experiência digital: empresas estão adotando plataformas de product analytics, como a Amplitude, para analisar, otimizar e realizar testes para melhoria dos resultados e engajamento nas plataformas digitais como Apps, E-commerce e EAD.  O objetivo é impulsionar resultados de negócio e elevar o engajamento do usuário, transformando produtos digitais em verdadeiros hubs de receita e satisfação.

3- Hiperpersonalização: a busca pela hiperpersonalização de experiências é intensificada com o investimento em Plataformas de Dados do Cliente (CDPs). Estas ferramentas são cruciais para a resolução de identidade, consolidando dados de usuários dispersos. O resultado é a capacidade de oferecer uma jornada de consumo altamente relevante e personalizada para cada usuário, aumentando a conversão e a fidelidade.

4- Ascensão da Inteligência Artificial Generativa no Brand Experience: a Inteligência Artificial (IA), especialmente a IA Generativa, está se tornando um diferencial competitivo na experiência de marca. Plataformas como o Shopping Muse da Dynamic Yield permitem que as empresas criem experiências de descoberta e interação ultrarrealistas e contextuais. Uma empresa que tem utilizado a IA Generativa de maneira exemplar é a C&A, que vem utilizando ferramentas para aprimorar a experiência de busca e recomendação de produtos em seu e-commerce, resultando em maior taxa de conversão e um aumento significativo no valor médio dos pedidos.

5- Self-service BI: grandes empresas estão investindo em ferramentas e estruturas de Analytics que democratizam o acesso aos dados, possibilitando que todos possam acessar os dados sem a necessidade de serem profissionais mais técnicos ou terem que pedir relatórios para áreas engessadas de BI, capacitando gestores e equipes de linha de frente a tomar decisões mais rápidas e baseadas em dados concretos.

Uma tendência extra está ligada ao GEO (Generative Engine Optimization). Ele surge a partir da consolidação de ferramentas de IA e é utilizado para mostrar como o conteúdo gerado por sua empresa é interpretados pelas ferramentas de Inteligência Artificial. “Saber a melhor forma de aparecer para seus clientes é fundamental para o sucesso de uma campanha”, afirma Ricardo. Por isso, é importante estruturar seu conteúdo de maneira que ele seja compreendido pela IA para que ele ganhe relevância dentro dessas ferramentas e encontre seu público-alvo.

 

Autor(a): aunica

As opiniões expressas neste artigo são de exclusiva responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a posição do IAB Brasil.

TAGS DO POST