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Eleições 2014: Dos e Don’ts na propaganda digital

Eleições 2014: Dos e Don’ts na propaganda digital

141,8 milhões de eleitores brasileiros vão às urnas brasileiras, em 5 de outubro, para o primeiro turno do pleito geral em que serão escolhidos deputados estaduais, federais, senadores, governadores e, também, o próximo presidente da República. Ao todo, são 24 mil candidatos na disputa.

No webinar de Direto Digital do IAB, costuma-se mostrar práticas legais e ilegais de atuação em campanhas nos canais digitais. Com a propaganda institucional durante a eleição não é diferente. Por isso, é necessária a observação de algumas restrições dirigidas à área de publicidade digital, principalmente para os profissionais que atuam em campanhas de comunicação voltadas às eleições deste ano.

Entre o que pode ou que não pode, confira a lista sobre os principais canais online:

1 – Site

É permitido: fazer propaganda eleitoral no site do candidato, partido ou coligação. Vale ressaltar que o site deve ser hospedado no Brasil e ter seu endereço informado à Justiça Eleitoral.

Não é permitido: fazer divulgação em sites de pessoas jurídicas e órgãos oficiais e nem promover o site em mídia paga. Campanha eleitoral na Internet não pode de forma alguma ser paga!

 

2 – Redes sociais

Estão autorizados: a publicação de conteúdo, seja em vídeo, texto, imagem ou áudio, no perfil ou página do candidato e seus apoiadores; o monitoramento do que os eleitores estão dizendo sobre o candidato na internet; e interagir com eles, nutrindo relacionamento e estabelecendo diálogos.

Estão proibidos: anúncios pagos como Facebook Ads, Youtube Ads, Twitter Ads e Linkedin Ads. Banners em blogs de terceiros também contempla este pacote!

3 – E-mail Marketing

Pode: disparo de e-mail para pessoas que foram captadas pelo candidato ou por sua equipe. A exigência é que toda mensagem enviada deve dispor de um mecanismo para permitir o descadastramento do destinatário.

Não podem: a compra de banco de dados e a utilização de bancos cedidos por terceiros.

 

Neste universo digital, é preciso atentar-se as regras do jogo, já que as campanhas eleitorais são carregadas de regras e normas que precisam ser seguidas à risca. Caso contrário, pode doer no bolso do candidato, em valores que podem variar de cinco e trinta mil reais.

Fonte: Resolução 23.404, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)